Site Globo Esporte analisa como Flu bateu Atlético/PR: marcação e contra ataque

A casa era tricolor, a bola do Atlético-PR, mas a festa foi do time de Abel Braga. A vitória do Fluminense por 2 a 0 no Maracanã – gols Thiago Heleno (contra), após finalização de Jadson, e de Marcos Junio – deixou o Tricolor na quinta posição, a apenas três pontos do líder Atlético-MG. No próximo sábado, às 16h, o adversário é a Chapecoense, numa partida que, com toda certeza, terá características bem diferentes.

Os primeiros minutos no Maracanã já mostraram a cara de todo o confronto. Marcos Junior, Pedro e Sornoza puxavam contra-ataques, depois de desarmes na intermediária. A estratégia de Abel Braga era clara: esperar o time de Fernando Diniz na defesa, fechar os espaços a partir da intermediária e sair em alta velocidade no contra-ataque. Foi assim que saiu o primeiro e o segundo gol. E ainda foi assim que o Fluminense perdeu algumas chances.

O Fluminense chutou 13 vezes a gol, contra 19 dos paranaenses – mas a maioria das chances do Atlético-PR não levou perigo. Eram muitas tentativas de fora da área, sem conseguir penetrar na defesa tricolor. A melhor oportunidade veio no fim, quando Lucho chutou cara a cara com Julio Cesar, que fez grande defesa. Fora esta chance, o goleiro tricolor defendeu apenas mais duas bolas no gol.

Abel contou na coletiva de imprensa que exibiu a partida do Atlético-PR contra o Palmeiras, na vitória palmeirense por 3 a 1 na Arena da Baixada. Via maneira parecida do Furacão atuar dentro e fora de casa. Isto é, sempre com a bola – no Maracanã, o time de Fernando Diniz ficou com ela 64% do tempo. Mesmo com apenas 36%, o Tricolor foi mais perigoso.

O Atlético trocou 614 passes – mais que o dobro do Fluminense (296). Ainda assim, pouco conseguia entrar na área tricolor. A forte marcação cumpria sua função. Era com roubadas de bola que o dono da casa minava o Atlético e disparava em contra-ataques. A zaga tricolor também foi testada na partida. Com pouca criatividade pelo chão, o Atlético cruzou 22 bolas na área, mas foi pouco efetivo.

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Imagem mostra velocidade do Fluminense no primeiro gol (Foto: Raphael Zarko)

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Fluminense chega com superioridade numérica no primeiro gol (Foto: Raphael Zarko)

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